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O EV2 da Renault: O Elétrico Acessível Que Está Transformando o Mercado Brasileiro

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Nos últimos anos, a eletrificação da frota brasileira tem se mostrado uma tendência crescente, e um dos lançamentos mais aguardados é o EV2, um carro elétrico que promete revolucionar o segmento com seu preço acessível de R$ 70 mil. Derivado de um projeto inovador da Renault, o EV2 busca democratizar o acesso aos veículos elétricos, oferecendo uma alternativa viável para quem deseja adotar tecnologias mais sustentáveis sem comprometer o orçamento.

O EV2 não é apenas uma resposta às demandas de um mercado em transformação; ele também demonstra o compromisso da Renault em investir na mobilidade elétrica no Brasil. Com um design moderno e eficiente, o modelo é equipado com tecnologia de ponta, incluindo um sistema de infotainment intuitivo e funcionalidades voltadas para o conforto do motorista e dos passageiros. Além disso, sua autonomia promete atender bem à rotina das cidades brasileiras, permitindo viagens do dia a dia sem a constante preocupação com recargas.

Com a crescente conscientização ambiental e a busca por soluções sustentáveis, o EV2 se posiciona como uma escolha acertada para quem está pensando em dar o passo para o mundo dos elétricos. Através de incentivos governamentais e a instalação de uma infraestrutura de carregamento mais robusta, o cenário para veículos elétricos no Brasil nunca foi tão promissor. Outro ponto forte do EV2 é a facilidade de manutenção e os baixos custos operacionais, uma vez que os carros elétricos são conhecidos por suas vantagens econômicas em comparação aos veículos a combustão.

É importante destacar também que o EV2 faz parte de uma estratégia maior da Renault, que visa aumentar a presença dos carros elétricos em mercados emergentes como o Brasil. O potencial desse modelo vai além da acessibilidade; ele representa uma mudança cultural na forma como pensamos e utilizamos os automóveis. O que antes era apenas uma opção para poucos, agora se torna uma realidade para muitos, contribuindo para a redução das emissões de carbono e a melhora da qualidade do ar nas cidades.

Em resumo, com o lançamento do EV2, a Renault não só reforça sua posição no mercado brasileiro, como também se alinha com a necessidade global de transição para uma mobilidade mais sustentável. Se você está considerando a possibilidade de adquirir um carro elétrico, o EV2 é definitivamente um modelo a ser explorado.

Acompanhe as novidades do setor e esteja pronto para entrar neste novo mundo da mobilidade elétrica! Não deixe de compartilhar sua opinião e experiências sobre o EV2 nos comentários.

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SALÃO DE PEQUIM 2026: 10 CARROS NOTÁVEIS

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SALÃO DE PEQUIM 2026: 10 CARROS NOTÁVEIS

O Auto China 2026 reuniu 1.451 veículos, com 181 estreias mundiais e 71 protótipos distribuídos em 380 mil m². Foi a maior edição já realizada do salão de Pequim e, em escala, superou qualquer outro evento automobilístico contemporâneo.

A dimensão, porém, não foi o ponto central. O conjunto exposto indicou uma mudança de origem técnica da indústria automobilística. Os lançamentos mais relevantes passaram a vir de fabricantes cuja competência principal não era mecânica, mas arquitetura elétrica, software embarcado e integração de sistemas. O automóvel deixou de ser organizado em torno de conjuntos físicos independentes e passou a operar como uma plataforma eletrônica centralizada, com funções distribuídas por processamento e não por hardware dedicado.

Os modelos apresentados a seguir não foram necessariamente os mais caros ou os mais rápidos do salão, mas aqueles que melhor representaram essa transição.

1. Zeekr 8X: o SUV familiar com alma de hipercarro

O Zeekr 8X combinou dimensões e configuração de um SUV de grande porte com um conjunto técnico que, até recentemente, estava restrito a carros de produção limitada. A versão superior utilizou três motores elétricos em arquitetura de 900 volts, com potência combinada de 1.381 cv e 143,9 m·kgf, suficientes para 0 a 100 km/h em 2,96 s.

A arquitetura elétrica permitiu não apenas a entrega de potência, mas a integração de sistemas auxiliares: gerenciamento térmico, recarga de alta potência e distribuição dinâmica de torque. O chassi incorporou freios de seis pistões, rodas forjadas e sistemas de assistência como visão noturna e detecção de travessia de água, elementos que raramente coexistiam em um veículo dessa categoria.

O interior abandonou a lógica de comandos distribuídos e concentrou funções em múltiplas superfícies digitais de alta resolução, com projeção aumentada e integração total entre condução, entretenimento e gestão do veículo.

A resposta de mercado indicou capacidade de escala: 10.000 pedidos em 30 minutos e mais de 30.000 em 48 horas.

2. BMW iX3 & i3 Neue Klasse (China): a reinvenção de Munique

Os primeiros modelos da plataforma Neue Klasse apresentados na China marcaram o abandono definitivo da adaptação de arquiteturas existentes. Foram veículos elétricos concebidos desde a origem como tal, sem compartilhamento estrutural com aplicações a combustão.

A mudança foi mais profunda do que a adoção de uma nova plataforma. A eletrônica passou a ser centralizada, com camadas de software substituindo funções antes executadas por módulos independentes. A arquitetura elétrica deixou de ser um suporte e passou a definir o veículo.

O desenvolvimento direcionado ao mercado chinês indicou uma inversão relevante: não se tratava mais de adaptar produtos globais a mercados locais, mas de desenvolver soluções locais com potencial de expansão global.

3. Xiaomi SU7 (nova geração): o fenômeno que não para de crescer

O SU7 consolidou a entrada de um fabricante de eletrônicos no setor automobilístico com domínio de cadeia produtiva, software e integração de sistemas.

O percurso de 1.313 km entre Pequim e Xangai com uma única parada para recarga, consumo médio de 14,6 kWh/100 km e alcance declarado de 902 km no ciclo CLTC refletiram eficiência energética e gestão de bateria em nível elevado para produção em série.

A capacidade de produção, próxima de 800 unidades diárias no início das entregas, aproximou o automóvel de uma lógica industrial contínua, mais próxima da eletrônica de consumo do que da manufatura tradicional de veículos.

Mais do que o produto isolado, o SU7 representou a entrada de novos agentes com domínio de software, interface e escala produtiva.

4. XPeng GX: o SUV que também é robotáxi

O XPeng GX foi concebido com base em arquitetura voltada à condução autônoma em nível 4, com capacidade de processamento de até 3.000 TOPS por meio de chips proprietários.

A diferença não esteve apenas no nível de automação, mas na concepção do veículo como unidade operacional autônoma. O automóvel deixou de ser um objeto conduzido e passou a ser um sistema capaz de executar deslocamentos dentro de um ambiente controlado por dados.

5. Hyundai IONIQ V: a Coreia do Sul em modo sobrevivência

O IONIQ V foi um projeto específico para o mercado chinês, com mais de 600 km de alcance no ciclo CLTC, arquitetura de 800 volts e fornecimento de baterias pela CATL.

O modelo integrou um plano industrial mais amplo, com investimento conjunto com a BAIC e meta de 500 mil unidades anuais até 2030. O dado relevante não foi o produto isolado, mas a reconfiguração da presença de fabricantes globais em um mercado que passou a ditar ritmo tecnológico.

6. AUDI E7X: a “outra” Audi que você não conhece

O E7X integrou uma linha criada em parceria com a SAIC, com identidade própria e operação restrita ao mercado chinês. Não se tratou de uma variação regional de produto existente, mas de uma estrutura paralela de desenvolvimento, com arquitetura, posicionamento e linguagem independentes.

O conjunto técnico incluiu bateria de 109 kWh, alcance superior a 750 km no ciclo CLTC e dois motores elétricos com potência combinada de 670 cv, capazes de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,9 s.

Mais relevante que os números foi a decisão estrutural: um fabricante europeu estabelecendo uma segunda identidade de marca para operar em um ambiente técnico e competitivo distinto.

7. Huawei Wenjie M9 Ultimate Extended Edition: quando a China desafia o Rolls-Royce

O M9 resultou de uma divisão clara entre desenvolvimento digital e manufatura. A Huawei concentrou definição de produto, arquitetura eletrônica, software embarcado e sistemas de condução, enquanto a Seres respondeu por engenharia física, produção e suporte.

O veículo utilizou um motor 2,0 turbocarregado como extensor de alcance, associado a três motores elétricos, configurando um sistema híbrido em série voltado à maximização de alcance e flexibilidade operacional.

As dimensões, com 5.402 mm de comprimento e entre-eixos de 3.236 mm, posicionaram o modelo no segmento superior de SUVs de grande porte.

8. Li Auto L9 Livis: o SUV que faz tudo

O L9 Livis concentrou um conjunto técnico incomum em um veículo de uso cotidiano, reunindo soluções que historicamente apareciam de forma isolada ou em aplicações experimentais.

A suspensão ativa operou em arquitetura de 900 volts com controle individual por roda, permitindo ajuste contínuo de mola e amortecimento sem interligação mecânica entre eixos. O chassi utilizou sistemas steer-by-wire e brake-by-wire, eliminando conexões físicas diretas entre comandos e atuadores.

O processamento embarcado foi realizado por dois chips de 5 nm com capacidade combinada de 2.560 TOPS, suportando múltiplos sensores LiDAR e sistemas de assistência avançados. O conjunto mecânico, com motor a combustão como extensor de alcance, permitiu autonomia total superior a 1.500 km, com consumo declarado de 6,3 L/100 km no ciclo WLTC.

9. Volkswagen ID.UNYX 09: a Alemanha se salva com DNA chinês

O ID.UNYX 09 resultou de desenvolvimento conjunto com empresas chinesas, utilizando arquitetura eletrônica local e sistemas de condução autônoma desenvolvidos no próprio mercado em que o veículo seria comercializado.

A estratégia associada incluiu mais de 20 lançamentos eletrificados em 2026 e 50 até 2030, com foco específico na China. O desenvolvimento deixou de ser centralizado na matriz e passou a ocorrer de forma distribuída, com forte dependência de fornecedores e parceiros locais.

10. NIO ES9: o chip próprio que muda as regras

O ES9 introduziu o chip Shenji NX9031, desenvolvido pela própria NIO em processo de 5 nm, destinado ao processamento de sistemas de condução autônoma.

A presença de três sensores LiDAR de série reforçou a abordagem baseada em redundância e capacidade de processamento elevada. O desenvolvimento interno de semicondutores reduziu a dependência de fornecedores tradicionais como NVIDIA e Qualcomm, alterando a cadeia de valor do setor.

Conclusão

O conjunto apresentado no Auto China 2026 concentrou um volume de veículos elétricos e sistemas eletrônicos superior à oferta disponível em mercados tradicionais.

Mais relevante que a quantidade foi a natureza dos produtos. O automóvel deixou de ser um sistema predominantemente mecânico para se tornar uma plataforma integrada de hardware e software, com desenvolvimento orientado por processamento, conectividade e controle eletrônico.

Os modelos reunidos neste salão indicaram que essa transição já não estava em fase inicial. Tratou-se de um processo em execução, com escala industrial e impacto direto na organização da indústria automobilística global.

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Mobilidade elétrica no Brasil: o desafio não está no produto, mas na jornada.

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A mobilidade elétrica já deixou de ser tendência para se tornar realidade global. No entanto, no Brasil, ainda existe um desalinhamento claro entre tecnologia, infraestrutura e experiência do consumidor.

Em uma conversa recente no Mentoráveis, entrevistei Oswaldo Ramos, executivo com mais de 25 anos no setor automotivo, com atuação em montadoras globais e liderança em projetos estratégicos ligados à mobilidade, eletrificação e transformação do setor no Brasil.

E uma coisa ficou evidente: o avanço não depende apenas dos veículos, mas da construção de um ecossistema integrado.

Hoje, o mercado já apresenta evolução significativa. Os veículos estão mais eficientes, a autonomia aumentou e novas marcas entram no país com força.

Mas ainda existe um gap importante.

Como discutimos durante a entrevista, o consumidor brasileiro ainda enfrenta dúvidas práticas no dia a dia: onde carregar, quanto custa, como funciona na rotina.

A decisão de migrar para um carro elétrico não é apenas técnica, é comportamental.

Sem previsibilidade, não há confiança.
E sem confiança, não há escala.

Outro fator relevante é o papel da infraestrutura.

Embora esteja em expansão, a rede de recarga ainda cresce de forma desigual, impactando diretamente a percepção de segurança do usuário.

Além disso, existe uma lacuna de informação.

Não faltam dados; falta organização, clareza e direcionamento.

Quando ampliamos o olhar para o cenário global, a China surge como protagonista dessa transformação.

Com forte incentivo governamental, domínio da cadeia de baterias e escala produtiva, o país lidera a eletrificação e influencia diretamente mercados como o Brasil.

Mais do que competir, a China está acelerando o ritmo da mudança.

Diante desse cenário, fica claro: o futuro da mobilidade elétrica não será definido apenas por quem fabrica os melhores carros, mas por quem conecta toda a jornada do consumidor.

É exatamente nesse ponto que surge uma nova camada de valor no mercado.

A Eltro atua como infraestrutura digital, conectando informação, dados e negócios para transformar interesse em decisão.

Porque, no fim, a eletrificação não começa na tomada, começa na escolha.


Assinado por: Robson Thomaz
Entrevistador do Mentoráveis e conteúdista da Eltro

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COMO ESCOLHER O CARRO ELÉTRICO CERTO PARA O SEU ESTILO DE VIDA

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Família, solteiro, empresa ou frota, descubra qual carro elétrico combina com o seu perfil. Guia prático e imparcial da Eltro.

Comprar um carro elétrico é diferente de comprar qualquer outro veículo. Envolve mais do que escolher motorização. É preciso entender como você vive, onde mora, quanto roda e o que realmente valoriza no uso diário. A Eltro criou este guia para ajudar você a encontrar a opção mais adequada ao seu perfil.

O mercado brasileiro de veículos elétricos está em expansão acelerada, com opções que vão de compactos urbanos a utilitários esportivos e modelos de proposta mais sofisticada. Há cada vez mais alternativas com bom nível de equipamento, segurança e diferentes faixas de preço. A pergunta correta não é “qual é o melhor carro elétrico?”, mas sim “qual faz mais sentido para mim?”.

Nota editorial: informações de mercado e especificações foram consolidadas a partir de dados públicos de fabricantes, imprensa especializada e órgãos oficiais.

Antes de escolher: as 4 perguntas essenciais

Independentemente do seu perfil, toda boa decisão começa com quatro perguntas simples.

Quantos quilômetros você roda por dia?
Essa costuma ser a pergunta mais importante. Muitos brasileiros percorrem distâncias urbanas relativamente curtas no dia a dia, o que torna diversos elétricos atuais plenamente adequados para uso rotineiro com recargas periódicas em casa.

Você tem onde recarregar?
Garagem própria ou vaga privativa com ponto de recarga, ou tomada 220V devidamente aterrada, já pode ser suficiente para começar com recargas lentas, desde que a instalação elétrica seja compatível. O carregador de parede (wallbox) traz mais praticidade e velocidade, mas não é obrigatório em todos os casos.

Qual é o seu orçamento real?
Não apenas o preço de compra, mas o custo total de propriedade, incluindo gasto com energia, manutenção, seguro e eventuais benefícios tributários locais.

Você usa o carro sozinho ou com família?
Espaço interno, porta malas, facilidade de acesso e conforto traseiro podem fazer grande diferença na rotina.

Perfil 1, O motorista urbano solo

Você mora em cidade grande, usa o carro principalmente para ir ao trabalho, resolver compromissos e fazer compras, rodando entre 40 km e 80 km por dia. Baixo custo operacional, praticidade e tecnologia pesam bastante.

O que avaliar: alcance compatível com sua rotina, dimensões compactas para manobras e estacionamento, conectividade e facilidade de recarga.

Modelos recomendados:

BYD Dolphin Mini
Consolidou-se como uma das principais portas de entrada do segmento elétrico no Brasil. Reúne bom nível de acabamento, pacote tecnológico competitivo e alcance adequado para uso urbano intenso. É uma escolha equilibrada para esse perfil.

Renault Kwid E-Tech
Segue como alternativa voltada a quem busca menor investimento inicial dentro do universo elétrico. Compacto e simples de usar, atende bem rotinas urbanas com recarga noturna regular.Dica Eltro: em São Paulo, veículos elétricos podem contar com isenção do rodízio municipal, conforme regras e cadastro vigentes. Vale consultar a regulamentação atual antes da compra.

Perfil 2, A família

Você precisa de espaço para crianças, cadeirinhas, carrinho de bebê e as compras do mês. Conforto traseiro, segurança e praticidade são prioridades.

O que avaliar: entre eixos generoso, bom porta-malas, assistentes de segurança e alcance com folga para a rotina semanal.

Modelos recomendados:

BYD Dolphin GS
Oferece cabine espaçosa, bom aproveitamento interno e proposta racional para famílias que desejam migrar para um elétrico sem partir para modelos maiores e mais caros.

Chevrolet Spark EUV
Opção em formato suve compacto, com posição de dirigir elevada e proposta urbana moderna. Pode agradar quem prioriza visibilidade, praticidade e facilidade de uso no trânsito diário.

BYD Yuan Plus
Entrega espaço superior, porta malas generoso e proposta mais familiar. É alternativa interessante para quem precisa de mais versatilidade no dia a dia ou viagens ocasionais.

Dica Eltro: famílias com crianças pequenas costumam perceber mais valor em espaço interno e praticidade do que em números extremos de alcance.

Perfil 3, O profissional liberal ou autônomo

Você usa o carro como ferramenta de trabalho, visita clientes, participa de reuniões e roda bastante ao longo do mês. Confiabilidade e baixo custo por quilômetro são decisivos.

O que avaliar: bom alcance, recarga rápida, conforto ao volante, rede de assistência técnica e apresentação compatível com sua atividade.

Modelos recomendados:

GWM Ora 03
Tem proposta mais refinada, bom nível de acabamento e pacote tecnológico competitivo. É indicado para quem valoriza conforto, segurança e uma proposta diferenciada dentro do segmento.

MG4 Comfort
Combina bom desempenho, bateria de maior capacidade e alcance competitivo. Para quem roda bastante, surge como opção interessante pela versatilidade de uso.

Dica Eltro: usuários que percorrem alta quilometragem mensal tendem a perceber com mais rapidez os benefícios econômicos do veículo elétrico.

Perfil 4, A empresa ou frota

Você gerencia veículos corporativos, equipe comercial, entregas urbanas ou busca reduzir despesas operacionais da frota.

O que avaliar: custo total de propriedade, rede de assistência técnica, tempo de recarga, previsibilidade operacional e infraestrutura elétrica disponível na empresa.

Modelos recomendados:

Para operações urbanas, modelos como BYD Dolphin Mini e BYD Dolphin GS merecem atenção pela combinação entre preço competitivo, boa adequação ao uso diário e conjunto técnico simples para a operação.

Dica Eltro: dependendo do porte da operação e da estrutura tributária da empresa, pode haver ganhos financeiros indiretos e vantagens estratégicas ligadas à eletrificação da frota. Vale conversar com contador e consultoria especializada.

A decisão final: não existe carro perfeito, existe o carro certo para você

Depois de ler este guia, você provavelmente já enxerga com mais precisão qual perfil se aproxima da sua realidade. Ainda assim, há uma etapa que nenhum artigo substitui: o test drive.

Sente no carro. Ajuste o banco. Veja se o espaço interno atende sua rotina. Observe ergonomia, visibilidade, silêncio a bordo e facilidade de uso. Pergunte também sobre prazo de entrega, garantia, revisões e condições comerciais.

A Eltro está aqui para preparar você para esse momento, com informação imparcial, comparativos atualizados e orientação prática para uma escolha segura.

Porque uma boa compra começa com uma boa decisão. E uma boa decisão começa com informação de verdade.

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