Geely está de volta! Conheça o EX5, o SUV Híbrido que promete sacudir o mercado brasileiro
A espera acabou. Em abril de 2026, a gigante chinesa Geely — proprietária da Volvo e parceira global da Renault
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A espera acabou. Em abril de 2026, a gigante chinesa Geely — proprietária da Volvo e parceira global da Renault — marca seu grande retorno ao Brasil com o pé no acelerador. O protagonista dessa nova fase é o Geely EX5 EM-i, um SUV médio que não chega apenas para importar unidades, mas com a promessa de ser fabricado em solo nacional a partir do próximo ano.
Se você busca um SUV que une a engenharia de segurança da Volvo com o custo-benefício chinês, o EX5 é o carro que você precisa conhecer.
1. O Melhor de Dois Mundos: Potência e Economia
O Geely EX5 estreia com o inovador sistema híbrido plug-in EM-i. Ao contrário de híbridos convencionais, ele prioriza a eficiência energética sem sacrificar a performance:
- Potência Combinada: São impressionantes 262 cv, garantindo um torque que te faz esquecer qualquer SUV a combustão da mesma categoria.
- Autonomia Elétrica: Você pode rodar até 112 km (ciclo Ultra) sem gastar uma gota de gasolina. Para o seu deslocamento diário em Bragança ou SP, isso significa custo zero de combustível na maioria dos dias.
2. Tecnologia Interna: Padrão “Tesla Killer”
Por dentro, o EX5 mostra por que a Geely é uma das líderes mundiais em tecnologia automotiva. O interior é limpo (clean design), com materiais sustentáveis e uma central multimídia de 15,4 polegadas com resolução 2.5K.
- Ecossistema Conectado: O sistema operacional é fluido, integrando-se perfeitamente com seu smartphone e oferecendo atualizações via nuvem (OTA).
- Segurança Volvo DNA: O carro vem equipado com o pacote ADAS completo: frenagem de emergência, assistente de faixa e câmeras 360º de alta definição.
3. Aposta na Confiança: Pós-venda e Produção Nacional
O maior trunfo da Geely nesta estreia é a parceria estratégica com a Renault.
- Rede de Apoio: O pós-venda e a manutenção contarão com o suporte da estrutura da marca francesa, resolvendo um dos maiores medos de quem compra marcas estreantes: a falta de peças.
- Fábrica no Paraná: O EX5 já tem produção confirmada para 2026 na fábrica de São José dos Pinhais (PR), o que garante preços mais competitivos e estabilidade no mercado a longo prazo.
4. Valores e Versões
O Geely EX5 chega ao Brasil em três versões para brigar diretamente com o GWM Haval H6 e o BYD Song Plus:
- EX5 Pro: R$ 189.990
- EX5 Max: R$ 209.990
- EX5 Ultra (Topo de linha): R$ 234.990
Conclusão: O Gigante Acordou
O retorno da Geely com o EX5 prova que o mercado brasileiro de SUVs eletrificados atingiu a maturidade. Não se trata mais apenas de “importar carros”, mas de estabelecer raízes com tecnologia de nível global. O EX5 é a prova de que luxo, performance e sustentabilidade podem, sim, andar juntos em um pacote racional.
E você, daria uma chance para a “mãe da Volvo” nesta nova fase no Brasil? O design do EX5 te conquistou? Comenta aqui embaixo!
Destaques
BYD Revoluciona o Brasil com Mil Carregadores Ultrarrápidos: Recarga em Apenas 9 Minutos até 2027
A BYD, uma das líderes globais em tecnologia de veículos elétricos, acaba de anunciar uma iniciativa que promete transformar a infraestrutura de recarga para carros elétricos no Brasil. A empresa planeja instalar mil carregadores ultrarrápidos em todo o país até 2027, possibilitando que os motoristas recariguem seus veículos em apenas 9 minutos. Essa notícia marca um marco importante para a mobilidade elétrica no Brasil, facilitando o acesso e incentivando a adoção de carros elétricos.
Os carregadores ultrarrápidos são uma resposta direta à crescente demanda por soluções de transporte mais sustentáveis. Com a instalação desses dispositivos, uma nova era de conveniência se abre para os usuários, que anteriormente enfrentavam tempos de recarga mais longos, muitas vezes considerados um impeditivo para a transição dos combustíveis fósseis para a eletrificação. Imagine não ter mais que esperar horas para carregar seu veículo – os novos carregadores BYD prometem uma experiência de recarga que se aproxima da rapidez de abastecimento de um carro a combustão.
Além de acelerar a adoção de veículos elétricos, a expansão da rede de carregadores também tem implicações positivas para o meio ambiente. A eletrificação do transporte não só reduz a emissão de carbono, mas também diminui a poluição sonora nas cidades, um fator crescente de preocupação nos centros urbanos brasileiros.
Esses carregadores ultrarrápidos serão instalados em pontos estratégicos, como centros de compras, rodovias e áreas urbanas, garantindo que os motoristas tenham fácil acesso. A BYD já opera com um portfólio robusto de veículos que incluem ônibus e carros, e sua movimentação para oferecer infraestrutura de recarga reforça seu compromisso com um futuro mais verde.
Portanto, a mensagem é clara: a mudança está a caminho! Se você ainda não considerou a possibilidade de adquirir um carro elétrico, essa nova iniciativa da BYD pode ser a motivação que você precisava. O futuro da mobilidade é elétrico e, com a expansão das opções de carregamento, a transição se torna cada vez mais viável. Não perca essa revolução – participe do movimento sustentável que está transformando o Brasil.
Destaques
SALÃO DE PEQUIM 2026: 10 CARROS NOTÁVEIS
O Auto China 2026 reuniu 1.451 veículos, com 181 estreias mundiais e 71 protótipos distribuídos em 380 mil m². Foi a maior edição já realizada do salão de Pequim e, em escala, superou qualquer outro evento automobilístico contemporâneo.
A dimensão, porém, não foi o ponto central. O conjunto exposto indicou uma mudança de origem técnica da indústria automobilística. Os lançamentos mais relevantes passaram a vir de fabricantes cuja competência principal não era mecânica, mas arquitetura elétrica, software embarcado e integração de sistemas. O automóvel deixou de ser organizado em torno de conjuntos físicos independentes e passou a operar como uma plataforma eletrônica centralizada, com funções distribuídas por processamento e não por hardware dedicado.
Os modelos apresentados a seguir não foram necessariamente os mais caros ou os mais rápidos do salão, mas aqueles que melhor representaram essa transição.

1. Zeekr 8X: o SUV familiar com alma de hipercarro
O Zeekr 8X combinou dimensões e configuração de um SUV de grande porte com um conjunto técnico que, até recentemente, estava restrito a carros de produção limitada. A versão superior utilizou três motores elétricos em arquitetura de 900 volts, com potência combinada de 1.381 cv e 143,9 m·kgf, suficientes para 0 a 100 km/h em 2,96 s.
A arquitetura elétrica permitiu não apenas a entrega de potência, mas a integração de sistemas auxiliares: gerenciamento térmico, recarga de alta potência e distribuição dinâmica de torque. O chassi incorporou freios de seis pistões, rodas forjadas e sistemas de assistência como visão noturna e detecção de travessia de água, elementos que raramente coexistiam em um veículo dessa categoria.
O interior abandonou a lógica de comandos distribuídos e concentrou funções em múltiplas superfícies digitais de alta resolução, com projeção aumentada e integração total entre condução, entretenimento e gestão do veículo.
A resposta de mercado indicou capacidade de escala: 10.000 pedidos em 30 minutos e mais de 30.000 em 48 horas.

2. BMW iX3 & i3 Neue Klasse (China): a reinvenção de Munique
Os primeiros modelos da plataforma Neue Klasse apresentados na China marcaram o abandono definitivo da adaptação de arquiteturas existentes. Foram veículos elétricos concebidos desde a origem como tal, sem compartilhamento estrutural com aplicações a combustão.
A mudança foi mais profunda do que a adoção de uma nova plataforma. A eletrônica passou a ser centralizada, com camadas de software substituindo funções antes executadas por módulos independentes. A arquitetura elétrica deixou de ser um suporte e passou a definir o veículo.

O desenvolvimento direcionado ao mercado chinês indicou uma inversão relevante: não se tratava mais de adaptar produtos globais a mercados locais, mas de desenvolver soluções locais com potencial de expansão global.

3. Xiaomi SU7 (nova geração): o fenômeno que não para de crescer
O SU7 consolidou a entrada de um fabricante de eletrônicos no setor automobilístico com domínio de cadeia produtiva, software e integração de sistemas.
O percurso de 1.313 km entre Pequim e Xangai com uma única parada para recarga, consumo médio de 14,6 kWh/100 km e alcance declarado de 902 km no ciclo CLTC refletiram eficiência energética e gestão de bateria em nível elevado para produção em série.
A capacidade de produção, próxima de 800 unidades diárias no início das entregas, aproximou o automóvel de uma lógica industrial contínua, mais próxima da eletrônica de consumo do que da manufatura tradicional de veículos.
Mais do que o produto isolado, o SU7 representou a entrada de novos agentes com domínio de software, interface e escala produtiva.

4. XPeng GX: o SUV que também é robotáxi
O XPeng GX foi concebido com base em arquitetura voltada à condução autônoma em nível 4, com capacidade de processamento de até 3.000 TOPS por meio de chips proprietários.
A diferença não esteve apenas no nível de automação, mas na concepção do veículo como unidade operacional autônoma. O automóvel deixou de ser um objeto conduzido e passou a ser um sistema capaz de executar deslocamentos dentro de um ambiente controlado por dados.

5. Hyundai IONIQ V: a Coreia do Sul em modo sobrevivência
O IONIQ V foi um projeto específico para o mercado chinês, com mais de 600 km de alcance no ciclo CLTC, arquitetura de 800 volts e fornecimento de baterias pela CATL.
O modelo integrou um plano industrial mais amplo, com investimento conjunto com a BAIC e meta de 500 mil unidades anuais até 2030. O dado relevante não foi o produto isolado, mas a reconfiguração da presença de fabricantes globais em um mercado que passou a ditar ritmo tecnológico.

6. AUDI E7X: a “outra” Audi que você não conhece
O E7X integrou uma linha criada em parceria com a SAIC, com identidade própria e operação restrita ao mercado chinês. Não se tratou de uma variação regional de produto existente, mas de uma estrutura paralela de desenvolvimento, com arquitetura, posicionamento e linguagem independentes.
O conjunto técnico incluiu bateria de 109 kWh, alcance superior a 750 km no ciclo CLTC e dois motores elétricos com potência combinada de 670 cv, capazes de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,9 s.
Mais relevante que os números foi a decisão estrutural: um fabricante europeu estabelecendo uma segunda identidade de marca para operar em um ambiente técnico e competitivo distinto.

7. Huawei Wenjie M9 Ultimate Extended Edition: quando a China desafia o Rolls-Royce
O M9 resultou de uma divisão clara entre desenvolvimento digital e manufatura. A Huawei concentrou definição de produto, arquitetura eletrônica, software embarcado e sistemas de condução, enquanto a Seres respondeu por engenharia física, produção e suporte.
O veículo utilizou um motor 2,0 turbocarregado como extensor de alcance, associado a três motores elétricos, configurando um sistema híbrido em série voltado à maximização de alcance e flexibilidade operacional.
As dimensões, com 5.402 mm de comprimento e entre-eixos de 3.236 mm, posicionaram o modelo no segmento superior de SUVs de grande porte.

8. Li Auto L9 Livis: o SUV que faz tudo
O L9 Livis concentrou um conjunto técnico incomum em um veículo de uso cotidiano, reunindo soluções que historicamente apareciam de forma isolada ou em aplicações experimentais.
A suspensão ativa operou em arquitetura de 900 volts com controle individual por roda, permitindo ajuste contínuo de mola e amortecimento sem interligação mecânica entre eixos. O chassi utilizou sistemas steer-by-wire e brake-by-wire, eliminando conexões físicas diretas entre comandos e atuadores.
O processamento embarcado foi realizado por dois chips de 5 nm com capacidade combinada de 2.560 TOPS, suportando múltiplos sensores LiDAR e sistemas de assistência avançados. O conjunto mecânico, com motor a combustão como extensor de alcance, permitiu autonomia total superior a 1.500 km, com consumo declarado de 6,3 L/100 km no ciclo WLTC.

9. Volkswagen ID.UNYX 09: a Alemanha se salva com DNA chinês
O ID.UNYX 09 resultou de desenvolvimento conjunto com empresas chinesas, utilizando arquitetura eletrônica local e sistemas de condução autônoma desenvolvidos no próprio mercado em que o veículo seria comercializado.
A estratégia associada incluiu mais de 20 lançamentos eletrificados em 2026 e 50 até 2030, com foco específico na China. O desenvolvimento deixou de ser centralizado na matriz e passou a ocorrer de forma distribuída, com forte dependência de fornecedores e parceiros locais.

10. NIO ES9: o chip próprio que muda as regras
O ES9 introduziu o chip Shenji NX9031, desenvolvido pela própria NIO em processo de 5 nm, destinado ao processamento de sistemas de condução autônoma.
A presença de três sensores LiDAR de série reforçou a abordagem baseada em redundância e capacidade de processamento elevada. O desenvolvimento interno de semicondutores reduziu a dependência de fornecedores tradicionais como NVIDIA e Qualcomm, alterando a cadeia de valor do setor.
Conclusão
O conjunto apresentado no Auto China 2026 concentrou um volume de veículos elétricos e sistemas eletrônicos superior à oferta disponível em mercados tradicionais.
Mais relevante que a quantidade foi a natureza dos produtos. O automóvel deixou de ser um sistema predominantemente mecânico para se tornar uma plataforma integrada de hardware e software, com desenvolvimento orientado por processamento, conectividade e controle eletrônico.
Os modelos reunidos neste salão indicaram que essa transição já não estava em fase inicial. Tratou-se de um processo em execução, com escala industrial e impacto direto na organização da indústria automobilística global.
Destaques
COMO ESCOLHER O CARRO ELÉTRICO CERTO PARA O SEU ESTILO DE VIDA
Comprar um carro elétrico é diferente de comprar qualquer outro veículo. Envolve mais do que escolher motorização. É preciso entender como você vive, onde mora, quanto roda e o que realmente valoriza no uso diário. A Eltro criou este guia para ajudar você a encontrar a opção mais adequada ao seu perfil.
O mercado brasileiro de veículos elétricos está em expansão acelerada, com opções que vão de compactos urbanos a utilitários esportivos e modelos de proposta mais sofisticada. Há cada vez mais alternativas com bom nível de equipamento, segurança e diferentes faixas de preço. A pergunta correta não é “qual é o melhor carro elétrico?”, mas sim “qual faz mais sentido para mim?”.
Nota editorial: informações de mercado e especificações foram consolidadas a partir de dados públicos de fabricantes, imprensa especializada e órgãos oficiais.
Antes de escolher: as 4 perguntas essenciais
Independentemente do seu perfil, toda boa decisão começa com quatro perguntas simples.
Quantos quilômetros você roda por dia?
Essa costuma ser a pergunta mais importante. Muitos brasileiros percorrem distâncias urbanas relativamente curtas no dia a dia, o que torna diversos elétricos atuais plenamente adequados para uso rotineiro com recargas periódicas em casa.
Você tem onde recarregar?
Garagem própria ou vaga privativa com ponto de recarga, ou tomada 220V devidamente aterrada, já pode ser suficiente para começar com recargas lentas, desde que a instalação elétrica seja compatível. O carregador de parede (wallbox) traz mais praticidade e velocidade, mas não é obrigatório em todos os casos.
Qual é o seu orçamento real?
Não apenas o preço de compra, mas o custo total de propriedade, incluindo gasto com energia, manutenção, seguro e eventuais benefícios tributários locais.
Você usa o carro sozinho ou com família?
Espaço interno, porta malas, facilidade de acesso e conforto traseiro podem fazer grande diferença na rotina.
Perfil 1, O motorista urbano solo
Você mora em cidade grande, usa o carro principalmente para ir ao trabalho, resolver compromissos e fazer compras, rodando entre 40 km e 80 km por dia. Baixo custo operacional, praticidade e tecnologia pesam bastante.
O que avaliar: alcance compatível com sua rotina, dimensões compactas para manobras e estacionamento, conectividade e facilidade de recarga.
Modelos recomendados:
BYD Dolphin Mini
Consolidou-se como uma das principais portas de entrada do segmento elétrico no Brasil. Reúne bom nível de acabamento, pacote tecnológico competitivo e alcance adequado para uso urbano intenso. É uma escolha equilibrada para esse perfil.
Renault Kwid E-Tech
Segue como alternativa voltada a quem busca menor investimento inicial dentro do universo elétrico. Compacto e simples de usar, atende bem rotinas urbanas com recarga noturna regular.Dica Eltro: em São Paulo, veículos elétricos podem contar com isenção do rodízio municipal, conforme regras e cadastro vigentes. Vale consultar a regulamentação atual antes da compra.
Perfil 2, A família
Você precisa de espaço para crianças, cadeirinhas, carrinho de bebê e as compras do mês. Conforto traseiro, segurança e praticidade são prioridades.
O que avaliar: entre eixos generoso, bom porta-malas, assistentes de segurança e alcance com folga para a rotina semanal.
Modelos recomendados:
BYD Dolphin GS
Oferece cabine espaçosa, bom aproveitamento interno e proposta racional para famílias que desejam migrar para um elétrico sem partir para modelos maiores e mais caros.
Chevrolet Spark EUV
Opção em formato suve compacto, com posição de dirigir elevada e proposta urbana moderna. Pode agradar quem prioriza visibilidade, praticidade e facilidade de uso no trânsito diário.
BYD Yuan Plus
Entrega espaço superior, porta malas generoso e proposta mais familiar. É alternativa interessante para quem precisa de mais versatilidade no dia a dia ou viagens ocasionais.
Dica Eltro: famílias com crianças pequenas costumam perceber mais valor em espaço interno e praticidade do que em números extremos de alcance.
Perfil 3, O profissional liberal ou autônomo
Você usa o carro como ferramenta de trabalho, visita clientes, participa de reuniões e roda bastante ao longo do mês. Confiabilidade e baixo custo por quilômetro são decisivos.
O que avaliar: bom alcance, recarga rápida, conforto ao volante, rede de assistência técnica e apresentação compatível com sua atividade.
Modelos recomendados:
GWM Ora 03
Tem proposta mais refinada, bom nível de acabamento e pacote tecnológico competitivo. É indicado para quem valoriza conforto, segurança e uma proposta diferenciada dentro do segmento.
MG4 Comfort
Combina bom desempenho, bateria de maior capacidade e alcance competitivo. Para quem roda bastante, surge como opção interessante pela versatilidade de uso.
Dica Eltro: usuários que percorrem alta quilometragem mensal tendem a perceber com mais rapidez os benefícios econômicos do veículo elétrico.
Perfil 4, A empresa ou frota
Você gerencia veículos corporativos, equipe comercial, entregas urbanas ou busca reduzir despesas operacionais da frota.
O que avaliar: custo total de propriedade, rede de assistência técnica, tempo de recarga, previsibilidade operacional e infraestrutura elétrica disponível na empresa.
Modelos recomendados:
Para operações urbanas, modelos como BYD Dolphin Mini e BYD Dolphin GS merecem atenção pela combinação entre preço competitivo, boa adequação ao uso diário e conjunto técnico simples para a operação.
Dica Eltro: dependendo do porte da operação e da estrutura tributária da empresa, pode haver ganhos financeiros indiretos e vantagens estratégicas ligadas à eletrificação da frota. Vale conversar com contador e consultoria especializada.
A decisão final: não existe carro perfeito, existe o carro certo para você
Depois de ler este guia, você provavelmente já enxerga com mais precisão qual perfil se aproxima da sua realidade. Ainda assim, há uma etapa que nenhum artigo substitui: o test drive.
Sente no carro. Ajuste o banco. Veja se o espaço interno atende sua rotina. Observe ergonomia, visibilidade, silêncio a bordo e facilidade de uso. Pergunte também sobre prazo de entrega, garantia, revisões e condições comerciais.
A Eltro está aqui para preparar você para esse momento, com informação imparcial, comparativos atualizados e orientação prática para uma escolha segura.
Porque uma boa compra começa com uma boa decisão. E uma boa decisão começa com informação de verdade.
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